Por Edson Junior
Após o empate contra o Atlético-GO, o Sport está na 5° colocação da Série B com 60 pontos. Os tropeços de Mirassol e Novorizontino ajudaram o Leão que poderia ser ultrapassado por esses clubes. A equipe precisa fazer sua parte nos dois últimos jogos e torcer por tropeços de um dos adversários para voltar a Série A.
Em entrevista, o volante Fabinho falou sobre a situação da equipe rubro negra na competição, que passou muitas rodadas no G-4 e busca retornar as colocações mais altas da tabela para voltar a elite do futebol brasileiro.
“A gente está vivendo uma situação totalmente diferente do que imaginávamos, isso no futebol é algo que acontece. Não é o que queríamos, mas acontece com todos os clubes. Diante de uma situação como essa, começo a trazer à minha memória o que me traz esperança. Já passei por situações, me lembro do acesso em 2017 com o Internacional, não foi uma competição fácil”.
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Fabinho relembrou o acesso do Sport em 2011, onde a equipe conseguiu garantir o retorno para a Série A na última rodada, após fazer sua parte e contar com uma combinação de resultados.
“Dentro do clube temos o histórico como esse de 2011, quando o Sport garantiu o acesso após uma combinação de resultados na última rodada e por que não desta vez? Não podemos duvidar, temos que continuar acreditando, sem deixar a influência negativa entrar na mente. Em campo temos o controle da situação e é acreditar até o final”.
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Sobre o próximo jogo, apesar do Vitória ter garantido o acesso na última rodada após vencer o Novorizontino, Fabinho espera um confronto difícil em Salvador.
“Independente se o Vitória conseguiu o acesso ou não, vai ser uma partida muito difícil. É um adversário direto aqui do Nordeste, um clássico regional, então iremos preparados para enfrentar uma partida muito difícil”.
Fabinho também falou sobre a torcida do Sport que apoiou a equipe na última partida e sobre a mobilização de alguns torcedores para ir até Salvador acompanhar o jogo.
“Já joguei na Ilha contra o Sport, sei o quanto é difícil, é claro que em alguns momentos a torcida cobra e acho que é normal dentro de um clube da grandeza e do tamanho da camisa do Sport. Me lembro de jogos na Ilha, que a gente estava com um jogador a menos e a torcida nos incentivou e conseguimos o resultado positivo. Nesta reta final é continuar acreditando, essa mobilização da torcida nos motiva ainda mais a acreditarmos até o final”.











